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	<title>gruposp</title>
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	<description>Trata-se de um espaço aberto à participação de arquitetos e outros profissionais interessados na discussão sobre a produção dos espaços de vivência e os espaços da cidade.  Não pretende ser um escritório tradicional com um núcleo rígido e fechado, mas uma organização flexível que admite colaborações e parcerias conforme o trabalho a ser desenvolvido.  Nos últimos anos o Grupo SP tem se dedicado a elaboração de concursos de arquitetura, projetos para ONGs e instituições publicas, alem de incorporar no cotidiano de suas atividades a participação em pesquisas e docência de seus participantes.</description>
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		<title>ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 17:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[todos]]></category>

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		<description><![CDATA[2013 Antártica Arquitetura em condições extremas: o desafio do projeto Como garantir as condições mínimas de habitabilidade e ofertar simultaneamente uma espacialidade provida de relações interior-exterior, tão cara a nossa arquitetura, em um ambiente com um clima tão adverso é o principal desafio deste projeto. Não consideramos somente o design do objeto como singularidade &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>2013<br />
Antártica</h3>
<img class="alignnone size-full wp-image-3944" title="52_IMG_02" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52_IMG_02.jpg" alt="" width="1200" height="511" />
<p><strong>Arquitetura em condições extremas: o desafio do projeto</strong></p>
<p>Como garantir as condições mínimas de habitabilidade e ofertar simultaneamente uma espacialidade provida de relações interior-exterior, tão cara a nossa arquitetura, em um ambiente com um clima tão adverso é o principal desafio deste projeto.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3962" title="52-eacf-07-imp" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52-eacf-07-imp.png" alt="" width="1200" height="800" />
<p>Não consideramos somente o design do objeto como singularidade &#8211; como as bases contemporâneas lastreadas por uma alta tecnologia – mas partimos da ideia de insinuar uma arquitetura mais domestica no sentido literal da palavra, referente a uma arquitetura brasileira. Foram, portanto, os conceitos de funcionalidade e das possibilidades construtivas que definiram ao final a expressão formal do conjunto proposto e não o caminho inverso de uma forma conformando espaços a priori. Logramos assim a constituição de espaços de vivencia articulados mais francamente com o meio externo, reforçando a ideia precípua da estação e sua relação com o território antártico. Sugerimos um conjunto arquitetônico integrado na paisagem, visualmente marcante e construtivamente austero.</p>
<p><strong>Arquitetura territorial e espacial: o pátio conformado e a torre.</strong></p>
<p><strong> </strong>A ideia do projeto é de marcar com nitidez a ocupação do território, como quem delimita um lugar. A arquitetura define não apenas os ambientes internos, fechados e protegidos, mas os ambientes circundantes, externos e extremos.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3940" title="52-eacf-03-elevacao" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52-eacf-03-elevacao.png" alt="" width="1200" height="320" />
<p>Quatro blocos aéreos organizados em torno de um pátio envolvem o espaço, o ar e limitam a vastidão. Definem um vazio, em torno do qual as atividades se desenvolvem perimetricamente, permitindo aos usuários se situarem tanto internamente como externamente. O edifício suspenso do chão, além de impedir a acumulação de neve, reduz significativamente alterações no terreno original. Evita-se a circulação linear e finita e propõe a circulação circular e infinita, que articula todos os ambientes oferecendo percursos múltiplos, possibilidades de encontros e desencontros que animarão a vida cotidiana marcada pelo confinamento.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3946" title="52_IMG_07" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52_IMG_07.jpg" alt="" width="1200" height="525" />
<p>Para marcar este espaço central propomos uma praça de verão, constituída de uma plataforma metálica que paira sobre o solo original. Painéis removíveis permitem vislumbrar sua utilização para eventos sazonais ao ar livre, protegidos pelo próprio edifício.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3945" title="52_IMG_06" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52_IMG_06.jpg" alt="" width="1200" height="491" />
<p>Ao lado do conjunto, junto a barra de serviços,  uma torre mirante se eleva, como um farol, assinalando a presença da estação no horizonte distante, podendo abrigar ainda instalações energéticas, equipamentos de investigação e pesquisa.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3936" title="52-eacf-01-servicos" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52-eacf-01-servicos.png" alt="" width="1200" height="640" />
<p><strong>Arquitetura do programa: blocos de atividades articulados</strong></p>
<p><strong> </strong>O programa esta disposto em quatro blocos aéreos e um bloco mais próximo ao chão. Os blocos isolados e estanques tem por objetivo primordial, aliado a outras medidas de segurança predial, evitar a propagação de fogo em caso de incêndio além de garantir o funcionamento sem indesejadas interferências das atividades.</p>
<p>As atividades operacionais situam-se na barra longitudinal de serviços que se relaciona mais diretamente com o chão, conformando uma frente longitudinal para a praia técnica. Delimitar esta faixa de trabalho permite deixar o interior livre da eventual contaminação e degradação pelo uso e trânsito de veículos</p>
<p>Esta barra ora sob a estrutura principal aérea, ora descolada desta estrutura, esta organizada em três segmentos, sendo o mais afastado – junto aos tanques de óleo existentes &#8211; isolado para garantir a segurança de todo o conjunto em caso de incêndio. Na barra de serviços estão situados os acessos principais com as respectivas salas de secagem.</p>
<p>Diretamente sobre a barra de serviços e relacionando diretamente com o mar, no bloco oriental, situam-se os ambientes sociais de uso coletivo. Os blocos norte e ocidental abrigam todos os dormitórios do conjunto. Finalmente no bloco sul localizam-se todos os laboratórios.</p>
<p>Todos os blocos estão interligados por passagens aéreas (de instalações e usuários) que possuem escadas de emergência para o exterior.</p>
<p>As unidades isoladas admitem o mesmo padrão de construção dos blocos principais e constituem assim em unidades remotas da estação principal.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3937" title="52-eacf-02-instalacoes" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52-eacf-02-instalacoes.png" alt="" width="1200" height="640" />
<img class="alignnone size-full wp-image-3943" title="52-eacf-04-corte-l" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52-eacf-04-corte-l.png" alt="" width="1200" height="320" />
<p><strong>Arquitetura da construção: austeridade e flexibilidade</strong></p>
<p><strong> </strong>Todos os blocos são conformados por uma estrutura comum constituída de treliças de aço apoiadas sobre pilares metálicos, envolvidas por uma pele isolante de painel SIP (<em>structural insulating panels</em>), composto de lâminas de madeira OSB e um isolante térmico adesivado ou injetado, envolvido em sua totalidade por chapa metálica. A superfície curva e continua suaviza as uniões dos revestimentos metálicos, permitindo que o edifício seja mais hermético e menos resistente aos ventos.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3941" title="52-eacf-05-corte-t1" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52-eacf-05-corte-t1.png" alt="" width="1200" height="320" />
<img class="alignnone size-full wp-image-3942" title="52-eacf-05-corte-t2" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52-eacf-05-corte-t2.png" alt="" width="1200" height="320" />
<p>Por se tratar de uma estrutura única sugere uma flexibilidade desejada considerando que os feixes de instalações situam-se tanto na porção inferior ou superior da estrutura, liberando completamente o ambiente interno para admitir usos e instalações conforme as necessidades.</p>
<p>No bloco dos dormitórios, os módulos hidráulicos (com os banheiros) podem vir inteiramente montados do Brasil e conectados as instalações abreviando a complexidade e tempo de montagem.</p>
<p>Os blocos permitem planejar a construção em etapas sucessivas, caso seja necessário, considerando a flexibilidade de usos e ocupação dos espaços internos.</p>
<p>Imaginamos a estrutura inferior mais mineral, revestida com chapas de alumínio natural, a estrutura aérea em azul profundo, marcando a paisagem e ampliando a capacidade de absorção da radiação solar.</p>
<p>Ao final, a partir de operações básicas e diretas, sem exageros tecnológicos, que atendem as demandas e garantem as atividades da Estação Antártica Comandante Ferraz, propomos uma arquitetura austera que remete, mesmo na longínqua Antártica, aos espaços de vivencia de nosso país. Uma arquitetura brasileira que pousa sobre o continente austral e abriga o devir de nossa presença nesta porção única e preciosa do nosso planeta.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3933" title="52_IMG_01" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52_IMG_01.jpg" alt="" width="1200" height="721" />
<img class="alignnone size-full wp-image-3947" title="52_IMG_03" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52_IMG_03.jpg" alt="" width="1200" height="511" />
<img class="alignnone size-full wp-image-3949" title="52_IMG_04" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52_IMG_04.jpg" alt="" width="1200" height="531" />
<img class="alignnone size-full wp-image-3948" title="52_IMG_05" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/04/52_IMG_05.jpg" alt="" width="1200" height="511" />
<h4>CONCURSO NACIONAL</h4>
<h4>ARQUITETURA</h4>
<h5>Alvaro Puntoni, João Sodré, André Nunes</h5>
<h5>Luciano Margotto, Gustavo Delonero (Republica Arquitetura)</h5>
<h5>Antonio Polidura, Pablo Talhouk (Polidura+Talhouk)</h5>
<h5>Ignacio Volante</h5>
<h4>COLABORADORES</h4>
<h5>Alexandre Mendes, Flora Fujii, Gil Mello, Melissa Nickelsen</h5>
<h4>CONSULTORES TÉCNICOS</h4>
<h5>afaconsult</p>
<h5>Rui Furtado (Sistemas Construtivos e Estruturas)</h5>
<h5>Maria da Luz Santiago (Segurança e Proteção Contra Incêndio)</h5>
<h5>Paulo Gonçalves Silva (Instalações Hidrossanitárias)</h5>
<h5>Filipe Afonso (Geotécnica)</h5>
<h5>Marco Carvalho (Conforto Ambiental [Térmico] / Geração de Energia)</h5>
<h5>Octávio Inácio (Conforto Ambiental [Acústico])</h5>
<h5>Raul Serafim (Conforto Ambiental [Lumínico] / Geração de Energia)</h5>
<h5>Célia Tenente (Instalações Eletromecânicas)</h5>
<h5>Ana Rita Castro (Resíduos Sólidos)</h5>
<h5>Raul Serafim (Automação / Tecnologia da Informação / Telefonia)</h5>
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		<title>SESC FRANCA</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Mar 2013 13:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[todos]]></category>

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		<description><![CDATA[2013 Franca (SP) A principal intenção deste projeto é proporcionar à cidade de Franca um espaço generoso e oferecido a todos que, apesar de controlado, será aberto e facilmente usufruído. Conflui com a ideia que a arquitetura não subtrai, separa ou resguarda, mas adiciona, agrega e regenera o espaço da existência coletiva e da urbanidade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>2013<br />
Franca (SP)</h3>
<img class="alignnone size-full wp-image-3882" title="00-03-sfc-img-02" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/03-sfc-img-02.png" alt="" width="1200" height="678" />
<p><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">A principal intenção deste projeto é proporcionar à cidade de Franca um espaço generoso e oferecido a todos que, apesar de controlado, será aberto e facilmente usufruído. Conflui com a ideia que a arquitetura não subtrai, separa ou resguarda, mas adiciona, agrega e regenera o espaço da existência coletiva e da urbanidade.</span></p>
<p>Cabe a esta nova unidade Franca prosseguir a missão do SESC de acompanhar não apenas as grandes transformações sociais e culturais de nossa realidade, mas de gerar novos modelos de ação cultural a serem reproduzidos e recriados, re-significando continuamente a desejável articulação entre a dimensão arquitetônica e o papel social e urbano dos equipamentos educativos.</p>
<p>O projeto está organizado em um único bloco e forma a permitir uma rápida apreensão do conjunto por parte do usuário que poderá construir livremente os percursos entre os diferentes espaços e atividades à maneira do comportamento do pedestre nas ruas e praças da cidade, desta forma, eleger livremente as atividades que deseja participar.</p>
<p>O que se propõe, portanto, não é um edifício isolado e auto-suficiente, mas um conjunto edificado aberto, um enredo que seja capaz de urdir uma urbanidade. A aparente complexidade do programa se desfaz, organizado pelo espaço e pela construção, pela transparência, pela arquitetura.</p>
<p><strong>ARTICULAÇÃO COM O ENTORNO: ESTRUTURAÇÃO DO TERRITÓRIO URBANO</strong></p>
<p>Em meio a uma estruturação fundiária descontinua e de usos mistos da vizinhança, a implantação do SESC Franca representa uma oportunidade para organização e hierarquização do território urbano.</p>
<p>Aproveitando da topografia acidentada se estabelecem dois planos principais: um mais ligado à cidade e à porção frontal do terreno que se relaciona com o córrego existente e outro mais elevado destinado às atividades do SESC. Conforma-se, desta forma, uma praça aberta a cidade  marcada ainda por uma nova rua ou via de acesso de automóveis, bicicletas, pedestres onde situa-se o acesso principal ao conjunto. Este nível inferior aberto abrigará ainda uma massa arbórea densa, como um bosque, recompondo parte da cobertura vegetal original removida.</p>
<p>Essa estratégia permite ainda implantar no térreo inferior todo o programa mais externo do SESC, inclusive serviços e máquinas necessárias ao seu adequado funcionamento.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3883" title="01-sfc-imp" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/01-sfc-imp.png" alt="" width="1200" height="800" />
<p><strong>QUATRO PLANOS ESTRUTURAIS, TRES VAZIOS</strong></p>
<p>Quatro estruturas aéreas em aço, paralelas entre si, conformam três espaços vazios que abrigarão os programas e atividades do SESC. Estes planos estruturais extensos sobre reduzidos apoios sugerem uma massa construída que paira sobre o território.</p>
<p>O vazio central permanece como tal. Os módulos do programa estão nos volumes dispostos nas faixas laterais organizados ao longo do feixe estrutural. São planos horizontais transversais que coadunam as estruturas e abrigam as atividades, como blocos paralelos.</p>
<p><strong>ESPAÇO CENTRAL: PRAÇA DE CONVIVÊNCIA</strong></p>
<p>No espaço central definido pelas treliças estruturais duplas, situa-se a Praça de Convivência. Todo o programa está distribuído e relacionado com este espaço de convivência, uma praça que abrigará cotidianamente usuários e funcionários como ambiente essencialmente informal e, por sua amplidão, como possível área para exposições ou eventos não convencionais como rodas de estórias, performances teatrais e apresentações musicais. A partir deste espaço estarão visíveis o fruir artístico, a educação não formal e as atividades lúdico-desportivas.</p>
<p>Com uma exceção, pairando sobre este vazio central, localiza-se a Biblioteca cuja cobertura é utilizada como espaço de estar e leitura descontraída provida de visuais urbanas alongadas. Sob esta estrutura conforma-se um espaço mais controlado destinado as exposições.</p>
<div id="attachment_3910" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="alignnone size-full wp-image-3924" title="01-fca-terreo" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/01-fca-terreo2.png" alt="" width="1200" height="727" /><p class="wp-caption-text">planta do pavimento térreo</p></div>
<p><strong>MÓDULOS DO PROGRAMA: BLOCO OESTE</strong></p>
<p>No faixa mais estreita, com 18 metros de vão, ao lado com Conjunto Aquático, localizam-se as atividades que requerem espaços mais restritos e confinados como Restaurante, Salas de Atividades, Computação e Núcleo Gerencial. Estes ambientes abrem-se tanto para cidade e para os espaços internos reforçando a desejável noção de transparência e intercambio das diferentes ações em curso.</p>
<p><strong>MÓDULOS DO PROGRAMA: BLOCO LESTE</strong></p>
<p>No faixa mais larga, com 36 metros de vão, está implantado o conjunto de quadras esportivas e o bloco do teatro. Relacionados entre si permitem uma utilização invertida do palco do teatro. Em razão desta organização a plateia necessária com 18 metros de vão é um elemento destacado que está atirantado na estrutura principal na cobertura, permitindo que suas laterais sejam em vidro e abertas ao conjunto, descortinando os acontecimentos internos. Quando o uso requerer estes planos transparentes os ambiente poderão ser fechados por meio de cortinas especificas para este fim.</p>
<p>Neste bloco, a caixa cênica juntamente com a torre de sanitários, reservatório de água, relógio são os únicos elementos que – como exceção – extrapolam a altura total do volume aéreo construído que possui três pavimentos. Os serviços e atividades de apoio do teatro situam-se no nível da nova rua interna facilitando seu acesso e uso.</p>
<div id="attachment_3885" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="alignnone size-full wp-image-3920" title="02-sfc-terreo-superior" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/02-sfc-terreo-superior1.png" alt="" width="1200" height="727" /><p class="wp-caption-text">planta do pavimento térreo superior</p></div>
<p><strong>TORRES E VARANDAS DE CIRCULAÇÃO</strong></p>
<p>Todos os elementos de circulação vertical (elevadores, escadas fixas abertas e fechadas, além de escadas rolantes) localizam-se no espaço central e, por serem transparentes, incorporam no cotidiano o movimento dinâmico dos corpos e dos equipamentos mecânicos.</p>
<p>As tramas estruturais internas formadas por duas treliças de aço paralelas constituirão as varandas de circulação horizontal, interligadas por pontes metálicas que cruzam o vazio central. Destas varandas é possível desfrutar visualmente de todas as atividades em curso nos espaços.</p>
<div id="attachment_3886" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="alignnone size-full wp-image-3923" title="03-sfc-1-pavimento" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/03-sfc-1-pavimento2.png" alt="" width="1200" height="727" /><p class="wp-caption-text">planta do 1º pavimento</p></div>
<div id="attachment_3887" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="alignnone size-full wp-image-3922" title="04-sfc-2-pavimento" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/04-sfc-2-pavimento1.png" alt="" width="1200" height="727" /><p class="wp-caption-text">planta do 2º pavimento</p></div>
<p><strong>ACESSOS CONTROLADOS</strong></p>
<p>O ingresso ao conjunto, apesar da extensão da praça aberta proposta assim como da praça de convivência no plano imediatamente superior, se realiza no plano da rua proposta levemente soerguida da rua principal. Vista da rua, este único acesso, uma praça anterior, é quase uma “não-porta”.</p>
<p>O acesso de veículos localiza-se em um dos limites da nova rua interna. O estacionamento &#8211; sob o plano de atividades esportivas &#8211; está em nível elevado em relação à rua e ao lençol freático o que permite viabilizar sua execução.</p>
<p>Estrategicamente localizada junto a esta rua encontram-se todos os ambientes que atendem às questões operacionais de funcionamento do conjunto.</p>
<div id="attachment_3889" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="alignnone size-full wp-image-3900" title="11-sfc-corte-l1" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/11-sfc-corte-l11.png" alt="" width="1200" height="240" /><p class="wp-caption-text">corte longitudinal</p></div>
<div id="attachment_3890" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3890" title="11-sfc-corte-l2" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/11-sfc-corte-l2.png" alt="" width="1200" height="240" /><p class="wp-caption-text">corte longitudinal</p></div>
<p><strong>ASPECTOS CONSTRUTIVOS: RACIONALIDADE E SIMPLICIDADE DOS ACABAMENTOS</strong></p>
<p>Como toda a estrutura aérea proposta será executada em aço e, portanto, se trata de montagem e uma obra seca.</p>
<p>Já os blocos inferiores até o plano elevado proposto serão executados em estrutura de concreto aparente. Isto permitirá que a estrutura metálica seja produzida simultaneamente à execução da porção inferior, abreviando o prazo de construção do conjunto.</p>
<p>A estrutura longitudinal configurada pelos quatro planos paralelos metálicos será velada por uma pele de chapa metálica perfurada que amaina a rigidez da estrutura metálica além de conferir permeabilidade à luz natural, aliado ao caráter uniformizador que um único elemento de fechamento confere à estrutura, apesar de sua extensão.</p>
<p>Com a mesma austeridade que marca a execução da superestrutura se imagina materiais de acabamentos simples e contínuos como piso elevados drenantes nas áreas externas, pisos elevados com instalações nas áreas internas, planos de vidros, forros metálicos, instalações prediais aparentes.</p>
<div id="attachment_3888" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3888" title="10-sfc-corte-t5" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/10-sfc-corte-t5.png" alt="" width="1200" height="595" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<div id="attachment_3891" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="alignnone size-full wp-image-3899" title="09-sfc-corte-t4" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/09-sfc-corte-t43.png" alt="" width="1200" height="595" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<p><strong>SISTEMAS E REDES</strong></p>
<p>As redes e feixes de instalações se organizam ao longo da estrutura longitudinal que abriga na sua cobertura máquinas de ar condicionado, reservatórios superiores, placas coletoras para aquecimento solar a ser empregado na água de banho, nas piscinas e na cozinha. É ainda o lugar ideal para implantação de células fotovoltaicas para suprir sistemas de iluminação e força.</p>
<p>As varandas de circulação são também dutos horizontais que acomodam em diferentes planos calhas de eletricidade, tubulação hidráulica, cabeamento estruturado e circuitos internos de supervisão e controle predial que se distribuem para todos os blocos plugados no sistema.</p>
<p><strong>ECO-EFICIÊNCIA: ALTA QUALIDADE AMBIENTAL</strong></p>
<p>Internamente, a espacialidade desse conjunto arquitetônico, tanto nos módulos programáticos quanto na relação entre eles intermediada pelo vazio central e varandas – uma composição airada –, por assim dizer, celebra a diversidade.</p>
<p>A diversidade incentiva pontos de vista diferentes que dão suporte a inovação e são importantes para resolver as desigualdades econômicas e sociais.</p>
<p>A envoltória da edificação (fachadas e cobertura) permite o melhor desempenho térmico, acústico e lumínico, bem como a melhor proteção aos ventos, chuvas, ruídos, insolação e calor indesejados.”</p>
<p>Finalmente a nova unidade além das conhecidas ações de projeto que podem reduzir ou eliminar significativamente os impactos negativos do edifício em seus ocupantes e no meio ambiente, adotou-se como conceito central a busca por soluções com abordagens para gerar um efeito positivo desejado.</p>
<p>Em síntese, presta-se atenção a todas as discussões contemporâneas que abordam os princípios de projeto para uma edificação pensada em termos de sustentabilidade nos seguintes grandes temas: 1) Mobilidade; 2) Eficiência energética e estratégias  bioclimáticas; 3) Gestão da água; 4) Paisagem e contexto urbano; 5) Materiais e resíduos; 6) Evolução e inovação; 7) Qualidade do ambiente interno e 8)Responsabilidade social</p>
<p>Construir este conjunto é, no nosso entendimento, construir uma parte de nossa cidade, uma cidade para todos. É compreender o SESC como sistema – algo mais forte que um objeto isolado – uma instituição forte e partícipe na edificação da sociedade e de sua cultura como um fazer coletivo.</p>
<div id="attachment_3906" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3906" title="06-sfc-corte-t1" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/06-sfc-corte-t11.png" alt="" width="1200" height="451" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<div id="attachment_3907" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3907" title="08-sfc-corte-t3" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/08-sfc-corte-t31.png" alt="" width="1200" height="451" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<div id="attachment_3894" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="alignnone size-full wp-image-3896" title="07-sfc-corte-t2" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/07-sfc-corte-t21.png" alt="" width="1200" height="451" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<img class="alignnone size-full wp-image-3895" title="02-sfc-img-01" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/02-sfc-img-01.png" alt="" width="1200" height="557" />
<img class="alignnone size-full wp-image-3901" title="03-sfc-img-03" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/03/03-sfc-img-03.png" alt="" width="1200" height="526" />
<h4>CONCURSO NACIONAL</h4>
<h4>ARQUITETURA</h4>
<h5>Alvaro Puntoni, João Sodré, André Nunes (gruposp)<br />
Luciano Margotto, Gustavo Delonero (República Arquitetura)</h5>
<h4>COLABORADORES</h4>
<h5>Alexandre Mendes, Carla Kienz</h5>
]]></content:encoded>
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		<title>GRUPO SP PARTICIPA DO 33º PANORAMA DA ARTE BRASILEIRA</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Dec 2012 19:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O 33º Panorama da Arte Brasileira, exposição mais tradicional do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), vai convocar arquitetos para criar uma nova sede para a instituição. Essa é a proposta de Lisette Lagnado, curadora da mostra e responsável pela 27ª Bienal de São Paulo, em 2006. &#8220;Eu não queria fazer mais uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3836" class="wp-caption alignnone" style="width: 1010px"><img class="size-full wp-image-3836" title="MarquisePK" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/01/MarquisePK.jpg" alt="" width="1000" height="800" /><p class="wp-caption-text">foto: Pedro Kok</p></div>
<p>O 33º Panorama da Arte Brasileira, exposição mais tradicional do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), vai convocar arquitetos para criar uma nova sede para a instituição.</p>
<p>Essa é a proposta de Lisette Lagnado, curadora da mostra e responsável pela 27ª Bienal de São Paulo, em 2006. &#8220;Eu não queria fazer mais uma exposição de mapeamento. Outras instituições, como o Itaú Cultural, com o Rumos, já fazem isso bem&#8221;, avalia Lagnado.</p>
<p>O conceito do Panorama, programado para setembro de 2013, partiu, segundo sua curadora, da constatação de um &#8220;incômodo&#8221;: &#8220;É um museu sem sede própria, que ocupa um espaço provisório que se tornou definitivo, o que é uma característica da nossa modernidade&#8221;.</p>
<h4>Veja a notícia completa no site da <a href="http://folha.com/no1197630">FOLHA</a>.</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>EDIFÍCIO RESIDENCIAL NA BELA VISTA</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 15:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[todos]]></category>

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		<description><![CDATA[2012 São Paulo (SP) ARQUITETURA Alvaro Puntoni, João Sodré, João Yamamoto, André Nunes COLABORADOR Alexandre Mendes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>2012<br />
São Paulo (SP)</h3>
<img class="alignnone size-full wp-image-3862" title="50-fca-img-02" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-fca-img-02.png" alt="" width="1200" height="905" />
<div id="attachment_3861" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3861" title="50-00-fca-situacao" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-00-fca-situacao.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">situação</p></div>
<div id="attachment_3853" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3853" title="50-01-fca-2ss" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-01-fca-2ss.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta do 2º subsolo</p></div>
<div id="attachment_3854" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3854" title="50-02-fca-1ss" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-02-fca-1ss.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta do 1º subsolo</p></div>
<div id="attachment_3855" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3855" title="50-03-fca-terreo" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-03-fca-terreo.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta do térreo</p></div>
<div id="attachment_3856" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3856" title="50-05-fca-jardim" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-05-fca-jardim.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta do terraço jardim</p></div>
<div id="attachment_3857" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3857" title="50-04-fca-pav-tipo" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-04-fca-pav-tipo.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta do pavimento tipo</p></div>
<div id="attachment_3858" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3858" title="50-06-fca-cobertura" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-06-fca-cobertura.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta da cobertura</p></div>
<div id="attachment_3859" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3859" title="50-07-fca-corte-l" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-07-fca-corte-l.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">corte longitudinal</p></div>
<div id="attachment_3860" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3860" title="50-08-fca-corte-t" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-08-fca-corte-t.png" alt="" width="1200" height="1622" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<img class="alignnone size-full wp-image-3866" title="50-fca-img-01" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2013/02/50-fca-img-011.png" alt="" width="1000" height="1413" />
<h4>ARQUITETURA</h4>
<h5>Alvaro Puntoni, João Sodré, João Yamamoto, André Nunes</h5>
<h4>COLABORADOR</h4>
<h5>Alexandre Mendes</h5>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>NOVO CAMPUS CABRAL DA UFPR</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 19:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[todos]]></category>

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		<description><![CDATA[2012 Curitiba (PR) O conjunto arquitetônico está organizado em duas partes: a “pedra” &#8211; um bloco inferior ligado à rua, abrigando as atividades comuns do programa, assim como as atividades abertas à população e as “nuvens” &#8211; um bloco aéreo – que concentram os programas específicos das unidades. A implantação proposta sugere a conexão e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>2012<br />
Curitiba (PR)</h3>
<img class="alignnone size-full wp-image-3786" title="49-figura-01" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-figura-01.jpg" alt="" width="1200" height="507" />
<p>O conjunto arquitetônico está organizado em duas partes: a “pedra” &#8211; um bloco inferior ligado à rua, abrigando as atividades comuns do programa, assim como as atividades abertas à população e as “nuvens” &#8211; um bloco aéreo – que concentram os programas específicos das unidades.</p>
<p>A implantação proposta sugere a conexão e articulação entre o campus e a praça no espaço de recuo de 10 metros, sugerido pela resolução CMU/PMC, configurando uma nova e representativa frente do campus.</p>
<div id="attachment_3698" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="aligncenter size-full wp-image-3733" title="49-13-situacao" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-13-situacao.png" alt="" width="1200" height="1420" /><br />
<p class="wp-caption-text">implantação</p></div>
<p>O acesso ao conjunto se faz através de uma passarela ligando a praça ao espaço de convivência, o que configura uma extensão do passeio público, o qual adentra os espaços até o limite oposto do lote. Uma rampa de suave inclinação estabelece a ligação deste nível com o nível superior do terreno, no qual se localiza a edificação existente, que concentrará todos os espaços administrativos, assim como o futuro bloco de expansão.</p>
<p>Já nos subsolos, cujos acessos localizam-se justamente no recuo entre o conjunto e a praça, além das vagas de estacionamento, situam-se as atividades de manutenção e depósitos.</p>
<p>Um novo desenho da praça será necessário e oportuno para se adequar e coadunar-se ao novo conjunto edificado.</p>
<div id="attachment_3699" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="aligncenter size-full wp-image-3747" title="49-07-subsolo" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-07-subsolo1.png" alt="" width="1200" height="1043" /><br />
<p class="wp-caption-text">plantas níveis 41.00/44.50 - primeiro e segundo subsolo</p></div>
<div id="attachment_3700" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3700" title="49-07-terreo-inferior" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-07-terreo-inferior.png" alt="" width="1200" height="933" /><p class="wp-caption-text">planta nível 48.00/térreo inferior</p></div>
<p><strong>A PEDRA</strong></p>
<p>O edifício comum se desenvolve em torno de um vazio central, que organiza o programa em seu funcionamento. Este espaço contínuo de 110 metros de extensão é conformado por dois blocos paralelos de espaços didáticos.</p>
<p>O vazio central, além da transparência interna que possibilita os usuários se entreolharem, incorpora ao cotidiano a movimentação, tanto da circulação vertical como horizontal, já que as escadas e elevadores instalados em estruturas transparentes, assim como as varandas, animam esta paisagem interna.</p>
<p>O pé-direito generoso da praça de convívio admite os usos programados, assim como outras atividades. Por outro lado o edifício com apenas dois pavimentos propicia a aproximação da rua com ofertas visuais alongadas sobre a praça e facilita os acessos e a circulação.</p>
<div id="attachment_3702" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="aligncenter size-full wp-image-3734" title="49-08-terreosuperior" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-08-terreosuperior.png" alt="" width="1200" height="1420" /><br />
<p class="wp-caption-text">planta nível 51.50/térreo superior</p></div>
<div id="attachment_3703" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3703" title="49-09-1p" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-09-1p.png" alt="" width="1200" height="1053" /><p class="wp-caption-text">planta nível 55.00/pedra</p></div>
<div id="attachment_3704" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3704" title="49-10-2p" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-10-2p.png" alt="" width="1200" height="1054" /><p class="wp-caption-text">planta nível 58.50/cobertura das pedras</p></div>
<p><strong>AS NUVENS</strong></p>
<p>Os blocos específicos de cada uma das unidades estão sobre a pedra, pairando sobre este vazio central e conectados por meio das estruturas de circulação vertical. Estabelecem, assim, uma relação visual com a cidade e, simultaneamente, com o espaço interno de convivência.</p>
<div id="attachment_3706" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3706" title="49-11-nuvens" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-11-nuvens.png" alt="" width="1200" height="1053" /><p class="wp-caption-text">planta nível 62.00/nuvens (artes, design, comunicação social)</p></div>
<div id="attachment_3723" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3723" title="49-12-nuvens-2" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-12-nuvens-2.png" alt="" width="1200" height="1053" /><p class="wp-caption-text">planta nível 65.60/departamento de artes - 2º pavimento</p></div>
<p><strong>BLOCOS ANEXOS</strong></p>
<p>Tanto o acervo do MAE, como os auditórios são implantados na porção mais interna do terreno, como extensão das estruturas de embasamento em concreto. Essa  posição introversa não representa invisibilidade, pelo contrário, revela-se ao usuário, permitindo uma relação com o espaço de convivência, além de admitir usos independentes.</p>
<p>Da mesma forma o bloco de Radio/TV  sobre a estrutura dos auditórios, com acessos independentes, está vinculado ao conjunto construído, seja pela expressão arquitetônica similar à pedra, seja por sua relação de proximidade.</p>
<p>Finalmente a casa existente, ligada ao subsolo e ao conjunto, abrigará as administrações. Estará diretamente relacionada ao conjunto, tanto no nível da praça de convivência como do estacionamento.</p>
<div id="attachment_3707" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3772 " title="49-01-corte-t1" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-01-corte-t1.png" alt="" width="1200" height="271" /><br />
<p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<div id="attachment_3708" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3708" title="49-02-corte-t2" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-02-corte-t2.png" alt="" width="1200" height="271" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<div id="attachment_3709" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3709" title="49-03-corte-t3" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-03-corte-t3.png" alt="" width="1200" height="270" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<div id="attachment_3710" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3710" title="49-04-corte-t4" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-04-corte-t4.png" alt="" width="1200" height="271" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<div id="attachment_3712" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3712 " title="49-06-corte-l2" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-06-elevacao.png" alt="" width="1200" height="407" /><p class="wp-caption-text">corte longitudinal</p></div>
<div id="attachment_3711" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3711" title="49-05-corte-l1" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-05-corte-l1.png" alt="" width="1200" height="407" /><p class="wp-caption-text">corte longitudinal</p></div>
<img class="aligncenter size-full wp-image-3757" title="49-figura-02" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-figura-02.jpg" alt="" width="1200" height="598" />
<img class="alignnone size-full wp-image-3714" title="49-figura-03" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-figura-03.jpg" alt="" width="1200" height="557" />
<img class="alignnone size-full wp-image-3715" title="49-figura-04" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-figura-04.jpg" alt="" width="1200" height="558" />
<div id="attachment_3740" class="wp-caption alignnone" style="width: 1010px"><img class="alignnone size-full wp-image-3788" title="49-figura-05-l" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49-figura-05-l.jpg" alt="" width="1000" height="2657" /><br />
<p class="wp-caption-text">desenho de Bruna Canepa (www.brunacanepa.com)</p></div>
<h4>CONCURSO NACIONAL</h4>
<h6>Menção Honrosa</h6>
<h4>ARQUITETURA</h4>
<h5>Alvaro Puntoni, Moracy Amaral e Almeida, João Sodré, João Yamamoto, André Nunes<br />
Gustavo Delonero, Alexandre Mendes</h5>
<h4>COLABORADORA</h4>
<h5>Bruna Canepa</h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>GRUPO SP CONQUISTA MENÇÃO HONROSA NO CONCURSO PARA NOVO CAMPUS CABRAL DA UFPR</title>
		<link>http://www.gruposp.arq.br/?p=3673&amp;utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=gruposp-conquista-mencao-honrosa-no-concurso-para-novo-campus-cabral-da-ufpr</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 20:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O gruposp conquistou o prêmio de menção honrosa pelo projeto para o Concurso Nacional do Novo Campus Cabral da UFPR em Curitiba, concedido pela UFPR em conjunto com o IAB-PR. Veja o resultado no site do IAB-PR. NOVO CAMPUS CABRAL DA UFPR]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O gruposp conquistou o prêmio de menção honrosa pelo projeto para o Concurso Nacional do Novo Campus Cabral da UFPR em Curitiba, concedido pela UFPR em conjunto com o IAB-PR.</p>
<h4>Veja o resultado no <a href="http://www.iabpr.org.br/index.php/concursos/182-concurso-publico-nacional-de-projetos-campus-cabral-ufpr">site do IAB-PR</a>.<a href="http://www.iabpr.org.br/index.php/concursos/182-concurso-publico-nacional-de-projetos-campus-cabral-ufpr"></a></h4>
<h4><a href="http://www.gruposp.arq.br/?p=3696">NOVO CAMPUS CABRAL DA UFPR</a></h4>
<img class="alignnone size-full wp-image-3676" title="49_noticias_02" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/08/49_noticias_02.jpg" alt="" width="1200" height="507" />
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		</item>
		<item>
		<title>GRUPO SP PARTICIPA DO PANORAMA IBEROAMERICANO DA VIII BIAU</title>
		<link>http://www.gruposp.arq.br/?p=3373&amp;utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=panorama-iberoamericano-da-viii-biau</link>
		<comments>http://www.gruposp.arq.br/?p=3373#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gruposp</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gruposp.arq.br/pt/?p=3373</guid>
		<description><![CDATA[O gruposp teve duas obras selecionadas para a representação do Brasil no Panorama Iberoamericano da VIII BIAU – Bienal Iberoamericana de Arquitetura – em Cádiz (Espanha) em setembro de 2012. Veja a notícia no VITRUVIUS. Veja os projetos selecionados: SEDE DO SEBRAE NACIONAL EDIFÍCIO RESIDENCIAL NA RUA SIMPATIA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O gruposp teve duas obras selecionadas para a representação do Brasil no Panorama Iberoamericano da VIII BIAU – Bienal Iberoamericana de Arquitetura – em Cádiz (Espanha) em setembro de 2012.</p>
<h4>Veja a notícia no <a href="http://www.vitruvius.com.br/jornal/news/read/1272" target="_blank">VITRUVIUS</a>.</h4>
<h4>Veja os projetos selecionados:</h4>
<h4><a href="http://www.gruposp.arq.br/?p=33">SEDE DO SEBRAE NACIONAL </a></h4>
<img class="alignnone size-medium wp-image-3418" title="BIAU_SEBR" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/04/BIAU_SEBR-650x264.jpg" alt="" width="650" height="264" />
<p><strong><a href="http://www.gruposp.arq.br/?p=19">EDIFÍCIO RESIDENCIAL NA RUA SIMPATIA </a></strong></p>
<img class="alignnone size-medium wp-image-3419" title="BIAU_SIMP" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/04/BIAU_SIMP-650x433.jpg" alt="" width="650" height="433" />
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>CASA EM MANGABEIRAS</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[todos]]></category>

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		<description><![CDATA[2012 Belo Horizonte (MG) A casa situa-se em um bairro residencial em Belo Horizonte na altitude de 1200 metros. A principal condicionante do projeto é, portanto, a topografia: um terreno com forte aclive de 45 graus, dotado de vegetação e com visuais alongadas para Cidade na face norte e para a Praça que se situa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>2012<br />
Belo Horizonte (MG)</h3>
<img class="alignnone size-full wp-image-2129" title="47_foto-01" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_foto-01.png" alt="" width="1200" height="900" />
<p>A casa situa-se em um bairro residencial em Belo Horizonte na altitude de 1200 metros.</p>
<p>A principal condicionante do projeto é, portanto, a topografia: um terreno com forte aclive de 45 graus, dotado de vegetação e com visuais alongadas para Cidade na face norte e para a Praça que se situa do outro lado da rua na face leste.</p>
<p>A estrutura proposta procurou alterar minimamente o terreno assim como manter a vegetação existente. A estrutura toca o terreno em apenas dois pontos: duas colunas de concreto que sustentam as lajes de 3,60 X 24,20 metros, que abriga todo o programa da casa. A sala – a única exceção &#8211; é uma estrutura transversal de madeira apoiada na estrutura vertical de concreto e diretamente no terreno. Como um anexo pode ser realizado posteriormente.</p>
<p>Para a rua a fachada é uma única parede estrutural de concreto que paira sobre o relevo e da vegetação. Uma única abertura na face leste, aberturas plenas nas faces norte e sul e aberturas controladas na face leste, sugerem as visuais e conformam a percepção da paisagem imediata e circundante. De outro lado se relaciona de forma intensa com o terreno que se eleva e posiciona frontalmente  a vegetação.</p>
<p>Sobre a estrutura uma piscina francamente aberta para o céu, além de controlar a variação térmica dos ambientes externos, ofertam um estar junto à copa das arvores e uma vista panorâmica.</p>
<p>Poucas ações e poucos elementos construtivos atendem ao anseio do morador que desejava uma casa austera e capaz simultaneamente de abrigar suas atividades de trabalho. Aparentemente fechada é, na verdade, uma oferta de múltiplas vistas para paisagem e para cidade.</p>
<div id="attachment_1496" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-1505" title="47_MAN_02-1200.9" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_MAN_02-1200.93.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta nível 1200.90</p></div>
<div id="attachment_1482" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-1494" title="47_MAN_03-1204.05" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_MAN_03-1204.055.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta nível 1204.05</p></div>
<div id="attachment_1506" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-1506 " title="47_MAN_04-1207.20" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_MAN_04-1207.20.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta nível 1207.20</p></div>
<div id="attachment_1507" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-1507 " title="47_MAN_05-1210" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_MAN_05-1210.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta nível 1210.00</p></div>
<div id="attachment_1508" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-1508 " title="47_MAN_06-1212.8" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_MAN_06-1212.8.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">planta nível 1212.8</p></div>
<div id="attachment_1509" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-1509 " title="47_MAN_07-CORTE-L" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_MAN_07-CORTE-L.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">corte longitudinal</p></div>
<div id="attachment_1510" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-1514" title="47_MAN_08-CORTE-T" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_MAN_08-CORTE-T3.png" alt="" width="1200" height="800" /><p class="wp-caption-text">corte transversal</p></div>
<img class="alignnone size-full wp-image-2130" title="47_foto-03" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_foto-03.png" alt="" width="1200" height="900" />
<img class="alignnone size-full wp-image-2131" title="47_foto-04" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_foto-04.png" alt="" width="1200" height="900" />
<img class="alignnone size-full wp-image-2132" title="47_foto-02" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/01/47_foto-02.png" alt="" width="1200" height="900" />
<h4>ARQUITETURA</h4>
<h5>Alvaro Puntoni, João Sodré, João Yamamoto, André Nunes</h5>
<h4>COLABORADOR</h4>
<h5>Alexandre Mendes</h5>
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		<title>PROPOSTA DE READEQUAÇÃO DA PRAÇA ROOSEVELT</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 22:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gruposp</dc:creator>
				<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[todos]]></category>

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		<description><![CDATA[2011 São Paulo (SP) A cidade de São Paulo é marcada por sua densa ocupação que dificulta  a percepção seja de sua topografia original, seja dos seus poucos espaços não ocupados, sobretudo aqueles definidos e configurados pelo sítio original, pelos fenômenos geográficos, pelo assoalho primitivo. Um dos desafios para os arquitetos neste século talvez seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>2011<br />
São Paulo (SP)</h3>
<div id="attachment_3023" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-3023" title="roosevelt_sem-igreja" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/03/roosevelt_sem-igreja.jpg" alt="" width="1200" height="1200" /><p class="wp-caption-text">montagem sobre foto de nelson kon</p></div>
<p>A cidade de São Paulo é marcada por sua densa ocupação que dificulta  a percepção seja de sua topografia original, seja dos seus poucos espaços não ocupados, sobretudo aqueles definidos e configurados pelo sítio original, pelos fenômenos geográficos, pelo assoalho primitivo.</p>
<p>Um dos desafios para os arquitetos neste século talvez seja insistir a construção do vazio como quem abre clareiras e possibilita novas dimensões e possibilidades para a vida em nossa cidade.</p>
<p>As praças de nossas cidades , além de cerradas por grades que impedem o livre acesso ao bem público (a partir de um pretexto de segurança),  foram paulatinamente ocupadas por edifícios como escolas, creches, terminais de onibus, igrejas…Construções que subtraem o espaço público de todos. Revelam a incapacidade histórica da sociedade organizada versar sobre os destinos de nossos espaços.</p>
<p>Contrariamente a idéia que devemos contruir onde não existe nada, pensamos que talvez seja importante não construir ou retirar o que está construído. Os espaços livres – e públicos – deverão ser conformados pelas margens, onde deverão estar situados os programas que o animam.</p>
<p>Este deveria ser o caso da nova praça Roosevelt.</p>
<p>Deveria ser um espaço desprovido de construções: uma grande superfície de acontecimentos.</p>
<p>A igreja da Roosevelt deve ser repensada. Trata-se de um edifício que tem três fachadas cegas, paredes que desconvidam se relacionando com a praça. A porta se abre para a cidade e nega, de certa forma, o espaço onde está inserida. Deveria ser um espaço sem portas, aberto também a nova praça. Talvez devesse estar inserida no tecido urbano da cidade, transformando a praça em um grande adro, um espaço definitivamente aberto a todas as atividades.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-3024" title="implanta_sem-igreja" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2012/03/implanta_sem-igreja.jpg" alt="" width="1200" height="1200" />
<h4>ARQUITETURA</h4>
<h5>Alvaro Puntoni, João Sodré, João Yamamoto, André Nunes</h5>
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		<title>PARQUE OLÍMPICO</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 19:26:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[todos]]></category>

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		<description><![CDATA[2011 Rio de Janeiro-RJ “O que atrai na região é o ar lavado e agreste, o tamanho – as praias e dunas parecem não ter fim -, e aquela sensação inusitada de se estar num mundo intocado, primevo. Assim o primeiro impulso instintivo, há de ser sempre o de impedir que se faça lá seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>2011<br />
Rio de Janeiro-RJ</h3>
<img class="alignnone size-full wp-image-1368" title="46_PQO-01_MOD" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2011/01/46_PQO-01_MOD.jpg" alt="" width="1200" height="700" />
<p style="text-align: center;">
<p><em>“O que atrai na região é o ar lavado e agreste, o tamanho – as praias e dunas parecem não ter fim -, e aquela sensação inusitada de se estar num mundo intocado, primevo. Assim o primeiro impulso instintivo, há de ser sempre o de impedir que se faça lá seja o que for. Mas por outro lado, parece evidente que um espaço de tais proporções e tão acessível não poderia continuar definitivamente imune, teria de ser, mais cedo ou mais tarde, urbanizado.”</em></p>
<p><strong>Lucio Costa</strong>, Plano Piloto para Urbanização da Baixada compreendida entre a Barra da Tijuca, o pontal de Sernambetiba e Jacarepaguá, 1969.</p>
<p><strong>INTRODUÇÃO: DUAS ESCALAS DISTINTAS</strong></p>
<p>O desafio lançado pelo concurso é que se encontre solução urbanística adequada a um programa de caráter internacional, como talvez se imagine, mas o que está concomitante e verdadeiramente em jogo é a própria estruturação da vida urbana após o evento, privilegiando a população da cidade, assim como a valorização da estrutura natural existente. São dois problemas distintos e de escala diferentes, que se entrosam.</p>
<p>O problema consiste então em encontrar a fórmula que permita conciliar a urbanização na escala que se impõe, com a salvaguarda das peculiaridades da cidade que será, e da paisagem que importa preservar, como vaticinou Lucio Costa.</p>
<p>A ideia principal deste projeto é proporcionar à cidade do Rio de Janeiro, sobretudo no local onde se implantará o “Parque Olímpico”, um espaço generoso e aberto à urbe, facilmente usufruído, articulado tanto com a nova infraestrutura urbana como com os elementos urbanos a serem implantados.</p>
<p>Não fazer objetos autônomos, por mais cômoda que seja esta atitude, mas pensá-los como elementos de uma nova experiência urbana que pressupõe o diálogo e a convivência. Propõe-se projetar o conjunto sem fragmentar o tecido urbano e com a ideia que a arquitetura não subtrai, separa ou resguarda, mas adiciona, agrega e regenera o espaço da existência coletiva e da urbanidade.</p>
<p>A aparente complexidade do programa se desfaz quando este é organizado pelo espaço e pela construção, pela arquitetura.</p>
<p><strong>CIDADE E EQUIPAMENTOS: ARQUIPÉLAGO DE ACONTECIMENTOS</strong></p>
<p>Cabe ao complexo de equipamentos propostos acompanhar não apenas as grandes transformações sociais e culturais, mas gerar novos modelos de urbanidade a serem reproduzidos e recriados, estabelecendo continuamente a articulação entre a dimensão arquitetônica e o papel social e urbano do patrimônio edificado.</p>
<p>O que se propõe, portanto, não são construções isoladas ou auto-suficientes, mas um conjunto edificado, uma trama que seja capaz de urdir a urbanidade.</p>
<p>O programa não está organizado em blocos autônomos e deverá permitir uma rápida apreensão do conjunto por parte do usuário que poderá construir livremente os percursos entre os diferentes espaços e atividades à maneira do comportamento do pedestre nas ruas e praças da cidade.</p>
<p>Os acontecimentos deverão ser homogêneos no modo Legado: habitação, parque e natureza em toda superfície, como um conjunto íntegro, como uma cidade desejada.</p>
<div id="attachment_1367" class="wp-caption alignnone" style="width: 1210px"><img class="size-full wp-image-1367" title="46_PQO-01_IMP" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2011/01/46_PQO-01_IMP.jpg" alt="" width="1200" height="1000" /><p class="wp-caption-text">implantação</p></div>
<p><strong>A PRAÇA ELEVADA DE ARTICULAÇÃO: GRANDE GENEROSIDADE URBANA &#8211; O TÉRREO ESPESSO DA CIDADE</strong></p>
<p>Uma extensa superfície que paira sobre o terreno organiza os acessos de público e atletas durante os jogos e se constitui no espaço público protagonista, tanto no modo Jogos como no modo Legado: uma praça elevada de circulação e sombreamento, como uma grande marquise.</p>
<p>Sua altura permite que os usuários desfrutem da paisagem do entorno e se relacionem visualmente com a água, e admite a instalação de todo programa esportivo a ser edificado. Sobrelevar-se, neste caso, é significativo para que se possa permitir a visualização simultânea das montanhas e das águas e tornar possível o entendimento do território.</p>
<p>Como a estrutura se desenvolve em diferentes alturas, se relaciona com o nível do terreno como extensão deste chão por meio de rampas suaves, garantindo assim a acessibilidade total do conjunto. Os acessos ainda serão incrementados com blocos de apoio que poderão abrigar a circulação vertical e os sanitários. Sua distribuição espaçada permite conformar um espaço sombreado generoso, com o número reduzido de apoios, onde a vida pode fluir de forma desembaraçada.</p>
<p>A área da Marquise é controlada pelas aberturas circulares possibilitando que as atividades esportivas dos Jogos, assim como do Centro Olímpico de Treinamento façam parte da vida cotidiana e sejam incorporados, da mesma forma que a natureza, como paisagem. A remoção dos equipamentos esportivos não permanentes permitem a criação de massas arbóreas que animarão no modo Legado tanto o nível da praça, como o nível do terreno, ampliando as áreas e sombras e equipamentos que se situam sob a estrutura.</p>
<p>Articulado com os equipamentos esportivos, a estrutura conformará um sistema térreo autônomo de apoio e toda sorte de utilidades, com passeio coberto e seguimento contínuo, como nas ruas tradicionais, mas quebrado por sucessivas mudanças de rumo, criando-se assim pátios, praças, pontos de encontro e áreas de recreio para usuários com o objetivo de propiciar a confluência em vez da dispersão.</p>
<p>A necessária organização da frente (F.O.H.) e fundos (B.O.H.) dos equipamentos é resolvida aqui pelos níveis distintos que segrega a circulação de público e de atletas. Estes pisos deverão se relacionar mais fluidamente no modo Legado, mas permanecerão estrategicamente separados como no modo Jogos, garantindo o funcionamento do Centro de Treinamento.</p>
<p>As grandes aberturas que abrigam os equipamentos e praças abertas insinuam uma permeabilidade à luz natural e inversamente filtrará a luz artificial que transborda para o espaço externo, conferindo à estrutura, apesar de sua extensão, um caráter evanescente.</p>
<p>É o elemento estruturador de todo o complexo. Apesar de suas proporções, trata-se de um edifício discreto do ponto de vista da expressão arquitetônica: lajes em estrutura de concreto com espessuras que permitem incorporar todas as instalações e, conforme a necessidade, ofertar planos vegetais aéreos. Imagina-se esse espaço de transição como um <em>cortile</em> contemporâneo, sem colunatas, <em>pilotis</em> ainda mais livre que o moderno, uma marquise de caráter excepcional. A diversidade programática é um de seus atributos qualificadores, para que o uso tanto no modo Jogos como Legado desempenhe papel relevante.</p>
<p>É esta estrutura que enfatiza o destaque para vida cotidiana além de evitar as soluções autônomas. Se a cidade é marcada comumente pelos edifícios extraordinários se sobressaem em meio à massa de edifícios habitacionais e ordinários, aqui a proposta está no contrapelo desta ideia, como uma cidade invertida.</p>
<p>Trata-se de um elemento que marca a paisagem urbana, organiza o território, confere caráter ao conjunto, mas que se desfaz pela serenidade que marca sua existência.</p>
<p><strong>O NOVO CHÃO: A ORGANIZAÇÃO DO PROGRAMA E DO TERRITÓRIO</strong></p>
<p>No nível do terreno uma primeira ação fundante é a construção de quatro canais que farão parte do sistema de drenagem e infraestrutura urbana, além de se constituírem em elementos paisagísticos. Vislumbra-se, desta forma, a possibilidade de uma relação mais franca de todo conjunto urbano com a água, como elemento chave do paisagismo, o que não ocorre hoje.</p>
<p>Um novo traçado viário proposto ao nível do terreno &#8211; sobrejacente aos canais &#8211; absorve o trânsito local e resolve sua distribuição, além de organizar os espaços de ocupação do modo Legado, sem desconfigurar, no entanto, as relações desejadas com o Parque e futuro Centro Olímpico de Treinamento.</p>
<p>Os equipamentos esportivos situados neste nível, sob a estrutura de articulação, configuram outra geometria viária, mais singular, mas não desconectada do traçado regulador que admitirá a cidade no modo Legado.</p>
<p>Os espaços vazios, no modo Jogos, além de parcelas temporárias do programa, admitirão ainda espaços para estacionamento e equipamento de mídias, além de um paisagismo que será ao máximo incorporado a cidade. Como memória, durante o modo Jogos, partes do traçado de autódromo serão mantidas– destinadas somente aos pedestres – agregado ao paisagismo proposto.</p>
<p>Importante destacar o valor da sombra, sobretudo no clima do Rio de Janeiro. É neste nível que se situam os espaços protegidos e resguardados do sol e das intempéries, que caracterizam, por oposição aos espaços ensolarados e expostos da marquise, o futuro Parque Olímpico e seu desdobramento futuro como centro Olímpico de Treinamento com um caráter ampliado &#8211; mais urbano e habitado &#8211; definitivamente aberto ao desfrute de todos.</p>
<p><strong>UMA ESTRUTURA ALONGADA DE ACOLHIMENTO: O CENTRO DE MIDIA E HOTEL</strong></p>
<p>Uma extensa estrutura de 1.100 metros, paralela a nova Avenida Abelardo Bueno, abrigará tanto o Centro de Mídia como Hotel no modo Jogos (e poderá ser apropriado como espaços comerciais ou de serviços no modo Legado). Seu afastamento em relação à via conforma uma larga praça de acomodação com 50 metros de largura e se configura como espaço de acolhimento do público no modo Jogos para embarque e desembarque. A dimensão alongada permite ainda receber o fluxo de pedestres advindo de ambos os terminais de transporte públicos a serem implantados.</p>
<p>O térreo se relaciona diretamente com o canal principal, que serve como limite de segurança para o perímetro do Parque. O alargamento da embocadura do canal junto às Arenas Esportivas tem como objetivo conformar uma marina onde devem estar localizados os acessos à torre do hotel. Ademais deverá haver um serviço de ligação por meio de embarcações entre a Vila Olímpica, Rio Centro e o Parque Olímpico, facilitando o transporte de atletas e pessoal ligado aos Jogos.</p>
<p>O programa do Centro de Mídia, no pavimento térreo, esta organizado em 3 blocos distintos. O primeiro consiste no acesso do público em geral, revista e segurança e está localizado no eixo da rampa de acesso à marquise. Este espaço deverá ser completamente transparente, apesar de fechado, como grande salão de recepção no modo Jogos. No outro extremo, o outro acesso destina-se ao Centro de Mídia, independente do público, que terá passagem para o recinto olímpico sob as Arenas Esportivas. Finalmente o Centro de visitantes, por ser independente, e não ter acesso ao Parque Olímpico, por ter que estar próximo à entrada principal, ficará no centro deste bloco, no nível térreo.</p>
<p>O hotel é uma peça mais alta que se conecta diretamente ao Centro de Mídia por três pavimentos, garantindo a conexão direta durante os Jogos entre Mídia e Hotel, e no futuro, entre um provável centro comercial e de serviços e o hotel.</p>
<p>O MPC (Centro de Imprensa) está localizado no primeiro pavimento deste bloco, sob o andar intermediário. Este piso aberto é como uma varanda aberta, como se os espaços da marquise se estendesse também para esse bloco, onde estariam os restaurantes e as áreas de estar que servem a todo conjunto, como elementos de animação desta grande sombra.</p>
<p>O IBC (Centro de TV) está localizado nos 3º e 4º pavimentos e destes níveis as transmissões ao vivo (estúdios) durante as olimpíadas poderiam ter como cenário de fundo o próprio Parque.</p>
<p>A cobertura do edifício deverá ser utilizada como um jardim que permite visuais alongadas além de se contribuir em vista a partir do hotel dos edifícios pré-existentes do outro ado da Avenida.</p>
<p>Esse edifício (Centro de Mídia) desenha a frente do novo Parque, conferindo qualidade urbana ao passeio público. Poderá, em sua ocupação definitiva, abrigar um interessante centro comercial onde, no térreo,  além das áreas de usos específicos (lojas, cafés, circulações verticais), ocorrerá uma sucessão de espaços públicos, praças cobertas, que conectam visualmente a calçada e a praça longitudinal, ao interior do conjunto. Este piso é delimitado na sua face sul por um canal navegável que se soma a paisagem exuberante do lugar. Limites que se constroem como paisagem e não como barreiras.</p>
<p>É estratégico o posicionamento desse edifício que, por si só, é capaz de garantir, na sua interface com a cidade, o caráter urbano desejável a esse setor da cidade do Rio Janeiro. O edifício desenha a rua, ao mesmo tempo em que permite a diluição dos limites do passeio público, criando uma condição de permeabilidade, a integração dos novos empreendimentos, espaços públicos, esportivos e de lazer ao principal eixo de conexão urbana.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-1364" title="46_PQO-02_2016" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2011/01/46_PQO-02_2016.jpg" alt="" width="1200" height="802" />
<p><strong>PORVIR: O LEGADO E UMA SUGESTÃO PARA O ENTORNO &#8211; O RIO DE JANEIRO COMO SIGNO</strong></p>
<p>Providência importante do ponto de vista paisagístico para que este recinto assuma novo papel significativo ao Rio de Janeiro é o planejamento dos ambientes urbanos vizinhos aos terrenos objeto do concurso, incluindo a ambientação das margens.</p>
<p>Em meio a uma estruturação fundiária indefinida e de usos mistos da vizinhança, a implantação do complexo representa uma oportunidade para organização e hierarquização do território urbano lindeiro.</p>
<p>O projeto admite transformações desejáveis do entorno imediato, mas admite sua construção independente destas mudanças. Assim, como verso e anverso de uma mesma cidade – um verdadeiro “gerador” urbano – são equivalentes para inaugurar os termos de uma integração futura entre complexo e território. Quando isso for possível, terá cumprido seu papel de interventor urbano daquela área, seja por sua volumetria, sua proposta ética e estética e pela preocupação prévia atribuída à edificação no estabelecimento de um diálogo com o entorno.</p>
<p><strong>ASPECTOS CONSTRUTIVOS: CONSTRUÇÃO EM ETAPAS</strong></p>
<p>A implantação da barra (Centro de Mídia e Hotel) e placa (marquise), que orbitam as estruturas esportivas de forma independente, permite vislumbrar uma construção em diversas frentes e várias etapas que serão estratégicas pela dimensão do conjunto e possibilitarão uma ocupação sucessiva e organizada do território.</p>
<p>Em relação a expressão arquitetônica do conjunto as construções serão tratadas de forma concisa e econômica, sempre procurando evidenciar os materiais empregados.</p>
<p><strong>ECO-EFICIÊNCIA: ALTA QUALIDADE AMBIENTAL</strong></p>
<p>Finalmente o projeto incorpora os conceitos mais amplos de eficiência e correção que possam reduzir ou eliminar significativamente os impactos negativos dos edifícios em seus ocupantes e no meio ambiente, em cinco grandes áreas: 1) Planejamento sustentável do sítio; 2) Proteção e uso eficiente da água; 3) Eficiência energética e energia renovável; 4) Conservação de materiais e recursos; 5) Qualidade do ambiente interno.</p>
<p>Deve-se sublinhar que é possível oferecer uma independência energética do Parque Olímpico (e posteriormente do Centro Olímpico) por meio de turbinas eólicas que ainda marcarão simbolicamente a paisagem reconstruída.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Construir este conjunto é, no nosso entendimento, construir uma parte da cidade, difundindo as qualidades urbanas que caracterizam as áreas nobres do Rio de Janeiro. É compreender esta nova experiência urbana constituída de elementos articulados – algo mais forte que apenas objetos isolados ocupando um mesmo espaço – uma ação fundamental para a edificação da sociedade e de sua cultura como um fazer coletivo.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-1365" title="46_PQO-03_2030" src="http://www.gruposp.arq.br/wp-content/uploads/2011/01/46_PQO-03_2030.jpg" alt="" width="1200" height="800" />
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<p style="text-align: center;">
<h4>CONCURSO INTERNACIONAL</h4>
<h4>ARQUITETURA</h4>
<h5>Alvaro Puntoni, João Sodré, João Yamamoto, André Nunes</h5>
<h5>Luciano Margotto (Republica Arquitetura)</h5>
<h5>Cristiane Muniz, Fabio Valentim, Fernanda Barbara, Fernando Felippe Viégas (Una Arquitetos)</h5>
<h5>Edgar Mazo, Luis Callejas, Sebastian Mejia (Paisajes Emergentes)</h5>
<h4>COLABORADORES</h4>
<h5>Giovanni Meirelles, Gustavo Delonero</h5>
<h5>Ana Paula de Castro, Bruno Gondo, Carolina Klocker, Eduardo Martorelli, Henrique te Winkel, Igor Cortinove</h5>
<h5>Mellisa Naranjo, Dasha Lebedeva, Victor Marechal,  Sebastian Vela, Martin Baena, Juan Esteban Giraldo, Maria Jose Arango,  Manuela Bonilla</h5>
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